Mostrar mensagens com a etiqueta mar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mar. Mostrar todas as mensagens
Fotografia de uma praia.
Fotografia de uma praia onde ainda se pratica a pesca artesanal. Nesta fotografia não respeitei as regras a que deveria, no entanto se respeita-se entraria numa munotonia incomprrencivel. Para mim fotografar e ser livre não teria logica ficar presa as regras impostas.
Tal como na nossa vida uma regra não quer dizer que seija obrigatoria , ela é establecida, é assimilada, no entanto so tem graça quando de alguma forma a cortuna-mos. O ser humano tem por habito dizer ''não faças porque não é assim que se faz'', talvez tenha razão porque não nos ensinaram de outra forma. Agora imagimem que todos nós nos comportariamos da mesma forma, seria o mundo uma monotonia ou não?????
Fotografia de uma praia.
Fotografia das dunas.
O cair da noite traz a nostalgia de final do dia. Nesta fotografia pudemos ver em primeiro plano umas dunas protegidas e o amarelo do pôr-do-sol num dia de céu limpo. A nostalgia que nos traz um final do dia muitas vezes consegue ser reconfortante poderá significar o final do dia de trabalho, o regresso a casa ou até uma saída com amigos. Afinal será só um até já ao sol.
As Dunas mudam com o vento,
Mas o deserto continua o mesmo.
Fotografia das dunas.
Fotografia do Pôr-do-Sol.
Fotografia de um lindo pôr-do-sol com a passagem de um bando de Gaivotas. A combinação perfeita da nostalgia de um pôr-do-sol com a vivacidade das aves em movimento. O mar em primeiro plano e o sol que desce lentamente cria um cenário de romantismo para ser vivido a dois entre trocas de carinhos e um olhar silencioso.
O mar do norte pode ser gélido, ventoso e bravo, no entanto pela sua costa tem recantos de alta beleza misturados com sentimentos de quem neles habita e o vê.
"Uma pessoa nunca conseguirá ganhar um lugar
ao sol se estiver sempre a procurar refúgio
da árvore da sua família."
Fotografia do Pôr-do-Sol
Fotografia da Ponte D. Luis
Uma fotografia da Ponte D. Luís a tocar as margens do Porto, considero que seja a ponte mais bela do país não apenas pela sua infra-estrutura mas pela ligação das margens entre Vila Nova de Gaia e o Porto. Duas Margens que começai a explorar.
Nesta fotografia tentei seleccionar alguns pontos de interesse que dão tanta beleza ao recinto urbano que me deixa surpresa a cada disparo. Para além da visível Ponte D. Luís que une Vila Nova de Gaia ao Porto, consegue ver-se a Ribeira, os Pilares da Ponte Pênsil, o Funicular dos Guindais e a Muralha Fernandina.
Fotografia da Ponte D. Luís
"Ninguém pode construir em teu lugar as pontes que precisarás passar, para atravessar o rio da vida - ninguém, exceto tu, só tu.
Existem, por certo, atalhos sem números, e pontes, e semideuses que se oferecerão para levar-te além do rio; mas isso te custaria a tua própria pessoa; tu te hipotecarias e te perderias.
Existe no mundo um único caminho por onde só tu podes passar.
Onde leva? Não perguntes, segue-o!"
Nietzsche
Fotografia rio em movimento.
Quem disse que uma fotografia é um momento parado? Quem o disse errou, a fotografia para além de ser eterna no tempo pode colocar-nos em movimento. Pudemos não ouvir ou sentir as águas, mas pudemos imaginar o momento pelos detalhes da fotografia.
As montanhas no horizonte, a pequena embarcação e o deleito do rio fez uma composição suave que me transporta pela águas frias e gélidas do rio.
''Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria matar a sede com água salgada.''
Miguel Torga
Fotografia rio em movimento.
Fotografia da foz do Rio Douro

O reflexo do sol sobre as águas do Rio Douro mesmo na sua união com o Oceano Atlântico. O desaguar das águas do rio no oceano.
Uma fotografia de várias experiencias enquanto estava sentada na proa de um Barco Rebelo a fazer a travessia das 7 pontes, fiquei fascinada pelo brilho das águas a cada raio de sol. Um sol que quase toca as água durante a sua descida, enquanto isso cria um brilho intenso sobre as águas que se perde no horizonte. Contínuo a descobrir as margens do Douro que escondem verdadeiros tesouros fotográficos.
Uma fotografia de várias experiencias enquanto estava sentada na proa de um Barco Rebelo a fazer a travessia das 7 pontes, fiquei fascinada pelo brilho das águas a cada raio de sol. Um sol que quase toca as água durante a sua descida, enquanto isso cria um brilho intenso sobre as águas que se perde no horizonte. Contínuo a descobrir as margens do Douro que escondem verdadeiros tesouros fotográficos.
As nossas vidas
são como o percurso do sol.
No momento mais negro há sempre a promessa
da luz do dia.
Fotografia da foz do Rio Douro
Fotografia da logoa
Na logoa dos teus olhos...
perguntaste-me: "como serão os poentes na lagoa dos teus olhos?"
e eu respondo-te:
São olhos repletos de esperança num futuro que nunca viveremos.
Muito poderia escrever sobre estas fotografias da lagoa que prendem o meu olhar na imensidão do horizonte, mas elas falam por si. A Pateira é mesmo assim beleza a cada ponto que foco com a objectiva sem conseguir deixar de reparar em todos os detalhes, um cantinho surpreendente onde a natureza se cruza e me provoca curiosidade. Tudo por aqui é natureza em movimento e mutação, planeio novas visitas para apreciar as diferenças e os detalhes provocados.
Fotografia da lagoa
Fotografia da Capela Senhor da Pedra
Aqui esta uma fotografia inevitável na Capela do Senhor da Pedra, para além da beleza da capela o fato de estar inserida numa rocha circundada pelo mar dá-lhe uma beleza única. O areal dourado convida a umas tardes agradáveis com uma vista fantástica e o sereno do bater do mar.
Curiosidade:
A capela do Senhor da Pedra acredita-se que possa ter origem em um antigo culto pagão, de caráter naturalista, dos povos pré-cristãos cujas divindades eram veneradas em plena natureza, tendo posteriormente sido convertido em cristianismo.
Aqui esta uma fotografia inevitável na Capela do Senhor da Pedra, para além da beleza da capela o fato de estar inserida numa rocha circundada pelo mar dá-lhe uma beleza única. O areal dourado convida a umas tardes agradáveis com uma vista fantástica e o sereno do bater do mar.
Curiosidade:
A capela do Senhor da Pedra acredita-se que possa ter origem em um antigo culto pagão, de caráter naturalista, dos povos pré-cristãos cujas divindades eram veneradas em plena natureza, tendo posteriormente sido convertido em cristianismo.
Sem nos mexermos, podemos conhecer o mundo inteiro; sem olhar pela janela, podemos ver o caminho para o céu. Quanto mais andamos, menos aprendemos.
(Lao-Tzu)
Fotografia da Capela Senhor da Pedra
Fotografia do Coreto da Pateira
Estamos rodeados de
informação e sedentos de conhecimento.
Por vezes o maior entendimento
é não compreender.
Se este local pudesse falar provavelmente seria a ultima cena de um filme romântico. Um coreto situado mesmo no meio da lagoa onde para além de uma vista deslumbrante sobre a Pateira se sente o romantismo que envolve o local.
As suas margens estreitas por onde passo tem pequenos detalhes encantadores, desde insectos coloridos até patinhos selvagens de ar majestoso que nos alegram com o som típico dos patos. Nesta fotografia só me foi possível mostrar mais um fragmento deste local, mais a frente encontraram mais fotografias!!!
As suas margens estreitas por onde passo tem pequenos detalhes encantadores, desde insectos coloridos até patinhos selvagens de ar majestoso que nos alegram com o som típico dos patos. Nesta fotografia só me foi possível mostrar mais um fragmento deste local, mais a frente encontraram mais fotografias!!!
Fotografia do Coreto da Pateira
Fotografia de um pescador solitario.
O pescador que navega pelas águas do rio em busca do seu sustento, num pequeno barco.
A imensidão do rio e os perigos que dele vêm não o assusta, navega sem receios numa solidão partilhada entre ele e o seu barco. Onde muitas historias estarão por contar, onde muitos medos e alegrias por partilhar. Uma fotografia que nos leva até uma profissão de risco que poucos olham e lhe dão o devido valor.
Já se viu na pele de um pescador??
O pescador que navega pelas águas do rio em busca do seu sustento, num pequeno barco.
A imensidão do rio e os perigos que dele vêm não o assusta, navega sem receios numa solidão partilhada entre ele e o seu barco. Onde muitas historias estarão por contar, onde muitos medos e alegrias por partilhar. Uma fotografia que nos leva até uma profissão de risco que poucos olham e lhe dão o devido valor.
Já se viu na pele de um pescador??
Abençoados sejam aqueles que não temem a solidão. Que não se assustam com a própria companhia, que não ficam desesperados em busca de algo com que se possa preocupar, se divertir ou julgar.
(Manuscrito encontrado em Accra)
(Manuscrito encontrado em Accra)
Fotografia de um pescador solitario.
Fotografia de um areal
![]() |
Esta fotografia foi tirada num areal com um pequeno afluente. Decidi no entanto quebrar a regras dos três terços, desnivelei a fotografia, talvez por audácia talvez por idiotice, mas como todas as regras foram criadas para serem quebradas, hoje foi o meu dia de o fazer.
Pode parecer despropurcional, pode nem ter qualquer lógica o que fiz mas no fundo o que eu queria está presente na fotografia, o mar calmo, o rio em afluente e um areal que apetece estender a toalha e ficar a namorar o mar.
Neste mundo não há nada mais macio e delicado que a água. Mas, para quebrar a dureza e a força, não tem igual. Que o fraco triunfa sobre o forte, que o duro cede ao manso - toda a gente sabe, mas ninguém vive de acordo com o princípio.
(Lao-Tzu século vi A.C)
Fotografia de um areal
Subscrever:
Mensagens (Atom)











